sábado, 10 de janeiro de 2015

A SOLUÇÃO DA EUROPA ESTÁ EM PORTUGAL


                        A SOLUÇÃO DA EUROPA ESTÁ EM PORTUGAL


Face ao que está ocorrendo no mundo, nomeadamente na Europa e em França na cidade de Paris, a Humanidade e os seus principais dirigentes estão demonstrando uma total incapacidade em poder controlar o "caos" que tem vindo a ser gerado por minorias fundamentalistas, nomeadamente nas áreas das religiões, onde a política e a economia têm vindo a sofrer um completo "amalgamento"! Estamos pois, todos nós, Humanidade, a ser sujeitos a um rumo incerto e perigoso que nos vai vaticinar um futuro terrível, onde o sofrimento irá imperar de uma forma absolutamente indefinida e tendo por meta a própria extinção da espécie humana. É este o futuro que nos está reservado! Perguntamos? Será que não haverá uma solução para ir ao encontro desse mesmo terrível destino? Pensamos que sim! Trata-se de uma solução simples, inteligente e objetiva! Essa mesma solução passa pela Bíblia e precisamente pelo seu Antigo Testamento que de acordo com as escrituras Hebraicas, no Livro de Daniel, capítulo 2, aquele religioso veio a basear-se num mito num trecho bíblico que narra a história do rei Nabucodonosor II e do seu sonho com uma estátua erguida com cinco tipos de materiais, sendo o Quinto Império uma crença messiânica, milenarista concebida pelo Padre António Vieira (História do Futuro). Posteriormente a utopia do Quinto Império estará presente na obra de Fernando Pessoa, em "Mensagem." Poderemos concluir de que o "Quinto Império" foi uma forma de legitimar o movimento autonomista português que conseguiu o fim da "União Ibérica". E na base desta realidade histórica poderemos, agora, no Século XXI transpô-la para a nossa realidade quando a Humanidade tem vindo a defrontar-se de forma crescente com o problema do fundamentalismo islâmico recorrendo a importantes princípios e conhecimentos contidos na Ciência; na Economia e na Religião, e nesta última estamo-nos referindo à sua essência que é a espiritualidade humana que na realidade é independente de qualquer tipo de religião porque esta é fruto do imaginário humano e a outra - a espiritualidade é uma emanação própria da natureza do ser humano! Face ao avanço da Ciência Política há possibilidade de se desenvolver uma análise realista e objetiva e que ao longo da História da Humanidade que remonta a muitos e muitos milhares de anos retirar importantes ilações comparando-se os dois tipos de civilizações - uma regida pelo império das normas ou imposições religiosas no caso específico do fundamentalismo islâmico e a outra dominada pelo positivismo materialista que efetivamente tem vindo a dominar cada vez mais o mundo ocidental onde "a ganância e a cegueira do lucro" são fatores crescentemente dominantes!

Queremos concluir de que efetivamente na narrativa do livro - "Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império - Uma Nova Perspetiva Social", ali é desenvolvido um pensamento que nos poderá conduzir à criação de uma "formula" que irá ao encontro da solução dos acuais problemas que a civilização do Ocidente de uma forma dramática está enfrentando. Tal como o nosso Padre António Vieira encontrou uma solução para desfazer a indesejável "União Ibérica", também nós, no Ocidente poderemos encontrar uma fórmula desejável para combatermos o fundamentalismo islâmico e eliminarmos definitivamente o materialismo desenfreado que domina as sociedades ditas evoluídas do Século XXI.

No livro - "Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império - Uma Nova Perspetiva Social", ali é desenvolvido e feita uma abordagem política, sociológica e espiritualista poderemos retirar importantes ilações para a possibilidade da criação de uma nova ideologia que terá como pilares princípios como a Espiritualidade; a Solidariedade: a Sobriedade e a Cooperação  que poderá vir a dar origem a um novo tipo de sociedade, onde fatores ligados ao lucro; à propriedade privada, à própria religião e a diferentes circunstâncias associadas àqueles irão sofrer profundas alterações e não vão ser as ideologias, tais como: -o marxismo; a social-democracia; o socialismo democrático: o neoliberalismo que irão ter qualquer tipo de expressão ou influência nas sociedades do futuro, onde a democracia participativa terá um peso determinante e expressivo e onde as gerações mais idosas virão a ter uma importância fundamental para o desenvolvimento intelectual, social e espiritual das novas comunidades do Século XXI.

sábado, 1 de novembro de 2014

Os Arquitetos do Universo - História do Homem Futuro


                       Os Arquitetos do Universo

                                                           História do Homem Futuro

                                                       

                                                                      INTRODUÇÃO


No Parque dos Poetas, situado em pleno concelho de Oeiras, distrito de Lisboa e na sua zona mais central daquele famoso Parque situava-se um edifício magnífico, cheio de beleza e projetando uma luz intensa, onde os estilos arquitetónicos de três notáveis arquitetos – Siza Vieira; Souto Moura e Fernando Távora se tinham juntado para criar então uma autêntica joia da arquitetura portuguesa, o famoso Instituto Superior de Estudos Avançados das Ciências do Homem – e mais conhecido pela sua sigla simplificada “ ISEA”.

Tratando-se de uma verdadeira joia da arquitetura portuguesa, transfigurava-se num imenso edifício de formato retangular, de linhas ora onduladas ora retilíneas projetava-se numa extensão de cerca de 150 metros, dispondo de quatro andares. Extensos e amplos jardins se estendiam em redor da edificação principal, onde abundavam variadas espécies de árvores, dispondo sempre de largos passeios ladeados por várias espécies de flores que pareciam beijar os pés de passeantes que por ali iam indo percorrendo de forma tranquila trocando e desenvolvendo entre si regra temas de elevada expressão espiritual e nível científico!

 

Estávamos no ano de 2020, tinham decorrido cerca de 5 anos após os grandes acontecimentos planetários que no ano de 2015, abalaram o planeta Terra e a sua humanidade. A grande ameaça cósmica materializada nos asteroides que tinha pairado sobre o planeta fora ultrapassada graças ao engenho humano assistido por Forças Espirituais que decisivamente contribuíram para que o planeta não se tivesse desintegrado e perecido por completo toda a vida nele existente. Entretanto, importantes alterações geológicas se tinham operado no globo terrestre. A mítica Atlântida reerguera-se dos fundos do Oceano Atlântico que por sua vez deixou de ter a enorme extensão que tivera durante milhares de anos, repartindo-se por vários mares e lagos. Zonas como por exemplo: - o Arquipélago dos Açores viu as sua superfície enormemente alargada e tornando-se numa gigantesca ilha no meio do antigo Atlântico fazendo praticamente uma ligação com a Península Ibérica e entre esta e a nova ilha apenas se separava um pequeno braço de mar distando uns escassos cinco quilómetros da antiga costa portuguesa, agora já recuperada e alargada ocorrendo uma extraordinária alteração geológica com o abaixamento dos próprios Pirenéus originando a criação de um grande lago que o dera origem a uma separação da França da Península Ibérica, confirmando-se a ideia do Nobel Português José Saramago, quando vaticinou no seu famoso romance a transformação da Península Ibérica na célebre “Jangada de Pedra”. Noutras regiões do globo terrestre outras alterações geológicas e geográficas foram igualmente importantes! Toda a costa portuguesa cresceu e ganhando espaço ao antigo oceano e cidades costeiras como Lisboa, Porto; Setúbal; Figueira da Foz foram recuperadas integralmente e regressando a elas todas os seus tradicionais habitantes e muitos outros imigrados de outros territórios localizados em diferentes pontos geográficos do globo atingidos e condenados pelos avanços das águas dos diferentes mares e oceanos!

 

Enfim o grande cataclismo que ameaçara de forma terrível o planeta Terra tinha sido neutralizado e a Humanidade agora liberta respirava de forma profunda e contendo uma nova ânsia de viver e uma necessidade imensa de alterar a sua própria postura em termos de convivência social, política e económica, assumindo o entendimento e prática por uma nova filosofia espiritualista onde praticamente todas as religiões então existentes vieram a convergir e a sofrer alterações profundas, perdendo definitivamente os seus dogmas e dando origem a nova forma de pensamento onde a espiritualidade e a ciência se aliaram definitivamente. A esse novo pensamento foi materializado por uma nova doutrina, a Doutrina da Cidadania Social que historicamente veio a nascer do Mito do Quinto Império, passando aquela mesma nova doutrina, a ser a Doutrina do Quinto Império, onde a Historiografia Portuguesa, através dos seus diferentes pensadores, filósofos e escritores, destacando-se nomes como o Padre António Vieira; Fernando Pessoa; Agostinho da Silva; Sampaio Bruno; António Quadros; António Telmo; Manuel J. Gandra e Paulo Borges e tantos outros defensores do Mito do Quinto Império, como elemento constante e histórico na cultura e mentalidade do Povo Português!

 

No que diz respeito especificamente na Historiografia Portuguesa à origem e desenvolvimento do Mito do Quinto Império Português divide-se por aqueles que o defendem e aqueles que o consideram pós 25 de Abril de 1974, como meio e fim esgotados e segundo Oliveira Martins, considera que com as liberdades cívicas, o avanço dos costumes e o progresso técnico realizados pelo Liberalismo deram-no como findo, considerando-o uma relíquia do passado ou ainda uma espécie de chancela cultural, mítica e mitológica do pretérito histórico de Portugal! Igualmente nas perspetivas de Lúcio de Oliveira e António Sérgio que com as ocorrências do republicanismo; o positivismo e o racionalismo, esgotaram e mataram o Mito do Quinto Império e com ele, naturalmente o Sebastianismo! O nosso ilustre escritor e historiador Miguel Real, no livro de sua autoria – Nova Teoria Sobre o Sebastianismo – – 1ª. Edição – D. Quixote, faz uma extensa análise na base da Historiografia Portuguesa sobre o Mito do Sebastianismo/Quinto Império em que duas correntes de opinião se dividiram entre os investigadores e historiadores portugueses. Diremos que ambas as partes têm a sua razão, sendo perfeitamente válidas as respetivas teses que defendem, contudo, na nossa opinião e na realidade configura-se uma terceira via a qual dá pleno fundamento ao Mito do Sebastianismo, uma vez que historicamente a introdução da Inquisição em Portugal por D. João III; as Invasões Francesas, no início do Século XIX, dizimaram cerca de 10% da população portuguesa e a Ditadura de mais de 40 anos em Portugal durante o Século XX, pesaram profundamente no espírito coletivo do Povo Português. Na Historiografia Portuguesa quanto à verdade sobre a consistência, natureza e razão válida que defendem tal mito, agora transformado em teoria e essa teoria convertida em doutrina – a Doutrina da Cidadania Social versus Doutrina do Quinto Império ou seja: a Doutrina da Verdade, cuja apresentação e desenvolvimento é feito no meu segundo livro – “ Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império- Uma Nova Perspetiva Social – 2013 – Chiado Editora.

 

 

Dando a devida razão a ambas as partes defensoras e não defensoras do Mito do Quinto Império, procurámos desenvolver uma terceira via que efetivamente passa pelo desenvolvimento da espiritualidade do ser humano que apoiado plenamente pela investigação científica se procura a descoberta e conhecimento do mecanismo das leis universais, as mesmas leis naturais que regem o nosso próprio mundo e do Universo na sua imensidão cósmica, contendo em si um número incontável de mundos e sistemas estelares, os quais e em conformidade com essas mesmas leis assistem numa escala própria um número, diremos quase infinito de vidas inteligentes. A transformação e a Evolução, são os elementos básicos que dão sustentabilidade à Força Criadora ou Inteligência Universal ou ainda a ação desencadeada pelo Grande Arquiteto do Universo, a suprema Causa de tudo quanto existe!

 

O ser humano ao longo de muitos milhares de anos e sempre sujeito a uma constante transformação do seu corpo somático e a uma progressiva evolução do seu espírito passou por uma longa e dolorosa fase de animalidade compreendida pelo instinto e volvidos esses mesmos milhares de anos veio a conquistar um novo atributo espiritual conhecido pelo “livre arbítrio”, portanto, passando a ser detentor da capacidade do raciocínio passando a ter a liberdade de tomar decisões por si próprio, ultrapassando assim as barreiras naturais de um universo tridimensional, conseguindo cognitivamente alcançar uma nova dimensão não já física, mas sim  pertencente a outras e superiores regiões do Universo! Em face da constante evolução espiritual do ser humano, este já está, agora em pleno Século XXI, próximo de se libertar da condição do “livre arbítrio” não precisando deste, e deixando de se debater entre o ser e não ser; o certo e o errado, pois em termos de natureza cósmica o espírito humano  atingiu um estado de grande desenvolvimento moral e intelectual que lhe vai permitir pela via da intuição alcançar um conhecimento de si mesmo e do próprio Universo, sabendo perfeitamente qual a sua responsabilidade e função na própria organização universal, o que numa perspetiva maçónica tornou-se por direito próprio num Arquiteto do Universo!

 

Estamos no início do mês de Janeiro do ano de 2020 e ao penetrarmos no magnífico edifício ISE – Instituto Superior de Estudos Avançados das Ciências do Homem agora completamente restaurado uma vez que ainda num passado recente estivera completamente coberto pelas águas do oceano que após a passagem dos asteroides Marduk II, aos poucos e poucos as águas do Atlântico foram recuando afastando-se alguns quilómetros na sua mais reduzida expansão marítima e que devido ao reerguer de vastos fundos do Atlântico fizeram crescer de forma vasta a superfície do Arquipélago dos Açores, tornando-se numa vastíssima ilha que se iria estender no centro das águas atlânticas em todas as direções geográficas, mas principalmente na direção da Península Ibérica – ficando a cerca de 5 quilómetros da costa portuguesa e apenas separado por um pequeno braço de mar. Portugal, nos finais do Século XX e princípios do Século XXI, um pequeno país europeu periférico, tornou-se numa das maiores nações planetárias, pois a sua extensão total começava na Europa e estendia-se na direção do Oceano Atlântico, vindo a ocupar grande parte da sua antiga superfície! Seria interessante verificar que o grande projeto do Quinto Império Português, sonhado pelo nosso Rei D. Sebastião que na histórica batalha de Alcácer Quibir para a conquista do Norte de África – Marrocos, sofreu uma derrota no dia 4 de Agosto de 1578 na Batalha dos Três Reis que foi travada numa região entre Tânger e Fez. Em pleno Século XXI e no ano de 2020, Portugal tinha uma importante relação diplomática, económica e cultural com Marrocos no âmbito dos PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. A consumação do sonho do Rei Encoberto, não foi conseguida pela força das armas, mas foi alcançada no Século XXI, pela cultura e pela solidariedade entre dois povos outrora inimigos! No ano de 2020, Portugal passou a dispor de uma superfície terrestre correspondente à sua antiga ZEE – Zona Económica exclusiva de mais de 3.877.408 kms2, área correspondente à superfície da Índia, passando a ser um dos maiores países em superfície do mundo!

 

Extratos do romance maçónico – “Os Arquitetos do Universo – História do Homem Futuro” a publicar inícios ou meados do ano de 2015.

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Apresentação do livro "Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império - Uma Nova Perspetiva Social


                   Apresentação do livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império –

                                       Uma Nova Perspetiva Social

 

 

 

Pretendemos iniciar esta nossa minha apresentação pondo previamente a seguinte questão:

                                           AFINAL PARA ONDE VAI PORTUGAL?

 

Sobre esta mesma grande questão - AFINAL PARA ONDE VAI PORTUGAL? Presumimos de que estará bem presente no espírito de todos os Portugueses?!

 

A resposta ou respostas que pretendemos desenvolver estão contidas no tema central do meu livro –“Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspetiva Social”  uma vez que se trata de um ensaio sobre uma nova ideologia de inspiração lusófona e fundamentada em três vertentes que passamos a enumerar: a vertente histórico/espiritualista; a vertente política; a vertente social e a vertente económica. Infelizmente e observando-se o atual estado das sociedades, tanto no Ocidente como no Oriente, observa-se a lastimável situação dessas mesmas sociedades, imperando em algumas, governos totalitários; noutras e salvo honrosas exceções, vigora uma falsa democracia dominada e dirigida por uma ideologia neoliberal, onde o fator social vai sendo sistematicamente destruído e onde o   trabalhador vê cada vez mais reduzidos os seus direitos em favor dos especuladores financeiros; dos políticos corruptos e dos empresários gananciosos e exploradores!

Neste meu ensaio pretendo apresentar uma nova ideologia, onde é defendido de que efetivamente as gerações mais idosas vão ter uma importância decisiva na formação das novas sociedades do futuro sempre em função da sua espiritualidade, sensibilidade e experiência de vida. Dentro da mesma orientação são traçadas novas dinâmicas na consolidação das defesas das classes trabalhadoras, dotando as suas organizações sindicais com novos instrumentos de combate contra as investidas do neoliberalismo do Século XXI.

 

Neste meu livro e na sua vertente histórico/espiritualista esta fundamenta-se na tentativa de encontrar o ponto equidistante, diremos geométrico que irá definir o posicionamento entre o fundamentalismo religioso e o racionalismo materialista procurando-se encontrar uma doutrina verdadeiramente humanista, universalista de base racional e científica demonstrando de que a Morte não interrompe a Vida e a Vida existe fora da Matéria e numa outra perspetiva, esta de ordem mítica referimo-nos ao Mito do Quinto Império, onde o nosso Padre Vieira soube imprimir uma forte imagem, queremos significar de que numa nova versão, agora no Século XXI, o Mito transformou-se numa filosofia espiritualista sendo esta demonstrável cientificamente  e que portanto  e devido à sua natureza se tornou numa ciência profunda, vasta e eclética, à qual chamaríamos  de Ciência do Espírito –  A  Espiritologia!

 

Naturalmente que na vertente política e na ideologia desenvolvida no meu livro a democracia representativa perde parte da sua importância a favor da democracia participativa, onde o cidadão comum irá assumir maiores responsabilidades cívicas.

Finalmente quando nos referimos à vertente sócio/económica, procuramos desenvolver uma inovadora ideologia que neutralize por completo a ação nociva do “lucro” estando aquela corporizada numa nova organização laboral onde o trabalho e os rendimentos sejam repartidos de modo a poder-se generalizar um verdadeiro rendimento mínimo de cidadania socialmente equitativo e extensivo a qualquer cidadão!

Assim, procurámos desenvolver no livro alguns aspetos que consideramos importantes e que se referem às novas sociedades do Século XXI, tais como a divisão social em cidadãos infantes; cidadãos estudantes; cidadãos obreiros e finalmente cidadãos conselheiros, o que poderá significar que no futuro essa mesma sociedade de base cooperativista  que foi gerada por uma ideologia como a Doutrina da Cidadania Social vai continuar a respeitar e acima de tudo o livre arbítrio de cada cidadão que plenamente consciente dos seus deveres e direitos cívicos será sempre uma peça nuclear para que essa mesma comunidade do Século XXI, estejam presentes os mais elevados desígnios da condição humana, onde o cidadão plenamente esclarecido da sua realidade espiritual irá procurar no mundo material as condições necessárias para que todos em conjunto possam desenvolver uma atividade totalmente virada para o enriquecimento social, intelectual e espiritual coletivo e individual absolutamente centrado nas leis da evolução universal. Naturalmente que nesta nova sociedade os agentes nocivos como são os especuladores; os exploradores; os oportunistas e os corruptos não terão mais lugar e serão tratados não como criminosos, mas sim como seres humanos doentes sofrendo de graves perturbações mentais!

 

Na verdade, o livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspetiva Social”, pretende abrir caminho para uma desejável solução para a atual crise portuguesa, abrindo novas condições para que muitos milhares de portuguesas e portugueses, nomeadamente os desempregados de longa duração venham a ter  novas oportunidades para um futuro  estável, feliz e progressista!

Pensamos que a verdadeira via natural e progressiva para o funcionamento desejável de uma sociedade moderna terá que nascer de uma fonte ideológica, onde princípios básicos como a Solidariedade; a Sobriedade; a Espiritualidade e a Cooperação serão sempre pilares para a formação de uma sociedade mais justa e equilibrada. Portanto: O importante objetivo do “lucro” terá de dar lugar a um novo conceito que nos irá conduzir a uma cooperação integralmente respeitadora dos princípios já referidos, mas acrescentando novos fatores de âmbito inovador e orientador dessa nova sociedade na direção do progresso social, político, económico e espiritual!

Para concluir direi que essa nova ideologia e que é desenvolvida e apresentada no meu livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspetiva Social”, chama-se:

                                         Doutrina da Cidadania Social!

Será pois, esta nova doutrina que irá dar uma desejável resposta à questão que inicialmente apresentámos|  

 

                                  Afinal para Onde Vai Portugal?

 

             

                                                                                         

 

 

Porto, Ateneu Comercial do Porto, 04 de Outubro de 2014

 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Apresentação do livro "Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império - Uma Nova Perspetiva Social


Pretendemos iniciar esta nossa minha apresentação pondo previamente a seguinte questão:

                                           AFINAL PARA ONDE VAI PORTUGAL?

 

Sobre esta mesma grande questão - AFINAL PARA ONDE VAI PORTUGAL? Presumimos de que estará bem presente no espírito de todos os Portugueses?!

 

A resposta ou respostas que pretendemos desenvolver estão contidas no tema central do meu livro –“Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspetiva Social”  uma vez que se trata de um ensaio sobre uma nova ideologia de inspiração lusófona e fundamentada em três vertentes que passamos a enumerar: a vertente histórico/espiritualista; a vertente política; a vertente social e a vertente económica. Infelizmente e observando-se o atual estado das sociedades, tanto no Ocidente como no Oriente, observa-se a lastimável situação dessas mesmas sociedades, imperando em algumas, governos totalitários; noutras e salvo honrosas exceções, vigora uma falsa democracia dominada e dirigida por uma ideologia neoliberal, onde o fator social vai sendo sistematicamente destruído e onde o   trabalhador vê cada vez mais reduzidos os seus direitos em favor dos especuladores financeiros; dos políticos corruptos e dos empresários gananciosos e exploradores!

Neste meu ensaio pretendo apresentar uma nova ideologia, onde é defendido de que efetivamente as gerações mais idosas vão ter uma importância decisiva na formação das novas sociedades do futuro sempre em função da sua espiritualidade, sensibilidade e experiência de vida. Dentro da mesma orientação são traçadas novas dinâmicas na consolidação das defesas das classes trabalhadoras, dotando as suas organizações sindicais com novos instrumentos de combate contra as investidas do neoliberalismo do Século XXI.

 

Neste meu livro e na sua vertente histórico/espiritualista esta fundamenta-se na tentativa de encontrar o ponto equidistante, diremos geométrico que irá definir o posicionamento entre o fundamentalismo religioso e o racionalismo materialista procurando-se encontrar uma doutrina verdadeiramente humanista, universalista de base racional e científica demonstrando de que a Morte não interrompe a Vida e a Vida existe fora da Matéria e numa outra perspetiva, esta de ordem mítica referimo-nos ao Mito do Quinto Império, onde o nosso Padre Vieira soube imprimir uma forte imagem, queremos significar de que numa nova versão, agora no Século XXI, o Mito transformou-se numa filosofia espiritualista sendo esta demonstrável cientificamente  e que portanto  e devido à sua natureza se tornou numa ciência profunda, vasta e eclética, à qual chamaríamos  de Ciência do Espírito –  A  Espiritologia!

 

Naturalmente que na vertente política e na ideologia desenvolvida no meu livro a democracia representativa perde parte da sua importância a favor da democracia participativa, onde o cidadão comum irá assumir maiores responsabilidades cívicas.

Finalmente quando nos referimos à vertente sócio/económica, procuramos desenvolver uma inovadora ideologia que neutralize por completo a ação nociva do “lucro” estando aquela corporizada numa nova organização laboral onde o trabalho e os rendimentos sejam repartidos de modo a poder-se generalizar um verdadeiro rendimento mínimo de cidadania socialmente equitativo e extensivo a qualquer cidadão!

 

Na verdade, o livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspetiva Social”, pretende abrir caminho para uma desejável solução para a atual crise portuguesa, abrindo novas condições para que muitos milhares de portuguesas e portugueses, nomeadamente os desempregados de longa duração venham a ter  novas oportunidades para um futuro  estável, feliz e progressista!

Pensamos que a verdadeira via natural e progressiva para o funcionamento desejável de uma sociedade moderna terá que nascer de uma fonte ideológica, onde princípios básicos como a Solidariedade; a Sobriedade; a Espiritualidade e a Cooperação serão sempre pilares para a formação de uma sociedade mais justa e equilibrada. Portanto: O importante objetivo do “lucro” terá de dar lugar a um novo conceito que nos irá conduzir a uma cooperação integralmente respeitadora dos princípios já referidos, mas acrescentando novos fatores de âmbito inovador e orientador dessa nova sociedade na direção do progresso social, político, económico e espiritual!

Para concluir direi que essa nova ideologia e que é desenvolvida e apresentada no meu livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspetiva Social”, chama-se:

                                         Doutrina da Cidadania Social!

Será pois, esta nova doutrina que irá dar uma desejável resposta à questão que inicialmente apresentámos|  

 

                                  Afinal para Onde Vai Portugal?

 

           
                                                                                          

 

 

 

 

segunda-feira, 28 de julho de 2014


                                                             AFINAL O QUE É A LUSOFONIA?

 

 

“Quem nasce em Portugal é por Missão ou Castigo”. – Profecia lapidar da Montanha de Sintra. E a nossa grande Raça partirá em busca de uma Índia nova, que não existe no espaço, em naus que são construídas «daquilo que os sonhos são feitos». E o seu verdadeiro e supremo destino, de que a obra dos navegadores foi obscuro e carnal ante-arremendo, realizar-se-á divinamente.

Profecia de Fernando Pessoa, extraída de A Nova Poesia Portuguesa no seu Aspeto Psicológico, in A Águia, nº. 12, II Série.”

A origem do povo português representada nas raízes herdadas dos Lusitanos é muito antiga, estando os Portugueses marcados com dois genes muito específicos e únicos. Nós, Portugueses somos os últimos sobreviventes de uma antiguíssima raça ibérica pré-mediterrânica.

Segundo a narrativa de Paul Le Cour – 1871/1954, escritor, esotérico e astrólogo francês – “Cadernos de Tradição – Ecos Portugueses da Atlântida, História e Cultura Portuguesa e da Lusofonia, publicação de Manuel J. Gandra – Ano de 2004”, dizia-nos que segundo Platão no Timeu num relato de um sacerdote egípcio que uma potência militar se tinha lançado sobre a Europa e a Ásia e que nesse tempo, podia-se atravessar o mar e que havia uma ilha, em frente das Colunas de Hércules, maior que a Líbia e a Ásia reunidas. Desta ilha podia-se passar para outras ilhas e daí alcançar o continente oposto. Convenhamos que há aqui bastantes alusões que permitem atribuir às ilhas dos Açores (ou antes, àquilo que elas representam que são as ruínas da Atlântida!

O povo português não é ingovernável e muito menos vive além dos seus recursos (conforme certos políticos nos tentam convencer) e muito menos aceitar a afirmação de que “não se pode esperar muito dele”. Quando o povo português se torna ingovernável e contrário às políticas vigentes, significa que em Portugal e no presente a qualquer momento poderá eclodir uma forte reação social, cujas consequências serão sempre imprevisíveis (e a nossa História o tem vindo a confirmar) e nessas circunstâncias de ingovernabilidade terá de emergir naturalmente princípios paradigmáticos de auto-preservação e de autorregulação, sendo subjacentes a uma sabedoria ancestral gregária que funciona como um corpo só através do subconsciente coletivo dos Portugueses!

Os Portugueses são descendentes dos Fenícios e filhos originais da casta Lusitana, mas também dos Celtas, tendo ligações Árabes, judaicas e Cristãs. Na sua globalização os Portugueses cruzaram-se com os Africanos, com os Índios Americanos, com os Asiáticos e com os Indianos. Criaram ou ajudaram a criar países com idiossincrasias muito próprias e de certo modo ligadas à nossa CAUSA que na verdade foi e é igualmente a deles! A globalização portuguesa, o “Porto do Graal” emergiu de pequenas e grandes colónias e feitorias tornadas mais tarde em províncias ultramarinas espalhadas por todo o mundo, o que se poderá concluir que a partir do Conde D. Henrique, pai do Primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques havia um Projeto Global de tornar Portugal não numa metrópole contida num pequeno retângulo geográfico, mas sim satisfazer uma necessidade imperiosa ao mesmo tempo material e espiritual de libertação e expansão e daí a pretensão histórica de “dilatar a Fé, o Império e as Terras Viciosas” tornando Portugal no Mítico Porto do Graal e o mensageiro de uma nova ideia, de uma nova ideologia para o mundo! Realidade que agora no Século XXI, a Lusofonia pretende dar continuidade!

No plano biológico a maioria dos Portugueses (nomeadamente os de descendência lusitana, são portadores de dois genes que marcam a diferença em relação a outros povos de que não dispõem daqueles mesmos genes e são eles: - A25-BIS-DR2, este gene só foi encontrado nos portugueses de origem étnica lusitana, apesar de também existir no Brasil e na América do Norte, sendo que esta propagação se deve, obviamente à tendência dos Portugueses em emigrarem! O outro gene e o mais particular que prova sermos a população mais antiga na Europa tem o nome de – A26-B38-DR13, (Universidade de Coimbra – Centro de Histocompatibilidade do Centro). Sobre este mesmo gene só se sabe que terá existido nos primeiros ibéricos ocidentais e dai poder-se concluir de eventualmente poderem existir ligações com os sobreviventes da Atlântida que quando do afundamento desta chegaram à Península Ibérica há cerca de 11.500 anos.

A palavra SAUDADE é efetivamente uma palavra com uma profunda e muito antiga significação mítica e naturalmente subjaz de forma inequívoca no inconsciente coletivo do povo português. É a recordação oculta do “Paraíso Perdido” que foi a Atlântida e essa recordação foi-se cristalizando ao longo de milhares de anos na mente dos Portugueses e daí a causa ou a razão desse misterioso sentimento que se chama: SAUDADE!

O Sentimento da SAUDADE está intimamente ligado ao conceito de LUSOFONIA e daí ter havido a necessidade da criação de um PROJETO UNIVERSALISTA (que nasce com os Templários em Portugal) que os primeiros portugueses pretenderam desenvolver e esse mesmo PROJETO UNIVESALISTA tem vindo a ser traduzido por portugueses, tais como: Padre António Vieira; Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. Infelizmente esse mesmo Projeto corporizada nos LUSÍADAS do nosso épico Luís de Camões e em MENSAGEM do poeta iniciático Fernando Pessoa e na “História do Futuro” de Vieira tem vindo sistematicamente ser deturpado por maus políticos que em Portugal pretendem transmitir uma falsa democracia que em nada serve o Povo Português e apenas serve os interesses das elites formadas por falsos portugueses que apenas visam a defesa dos seus interesses pessoais e de classe em completa oposição às necessidades reais de um povo simples, honesto e trabalhador que são os Portugueses – os Cidadãos Comuns!

Jacinto Alves – circulodeestudoseclecticos.blogspot.com

sexta-feira, 25 de julho de 2014


                                   É Chegada a Hora!

 

Na verdade torna-se difícil definir o pensamento de Fernando Pessoa, quando no seu poema “Mensagem” se refere ser “chegada a hora”, muito possivelmente estava visualizando o futuro de Portugal, incitando os Portugueses a reagirem perante circunstancialismos que de uma forma penosa e humilhante estão surgindo sob o olhar surpreso do cidadão português comum, o qual no seu olhar sobre a atualidade apercebe-se do comportamento das chamadas elites portuguesas formadas por grandes homens de negócios desonestos e pelos políticos vendilhões da Pátria e  alguns e importantes responsáveis dirigentes têm vindo a argumentar que o povo português tem vivido acima dos seus recursos, o que na verdade é uma monstruosa falácia, fruto de mentes moralmente doentes, eivadas de vícios e intencionalidade. A data do dia 25 de Julho de 2014, em que o histórico e último banqueiro português foi presente num dos Tribunais de Lisboa para prestar declarações sobre o colapso financeiro dum dos mais importantes e poderosos grupos económicos e financeiros portugueses, saindo desse mesmo Tribunal na condição de arguido e sujeito a humilhantes sanções é um comprovativo sólido sobre a falsidade da tal falácia acima denunciada e Igualmente a data de 25 de Julho de 2014 está associada a uma outra data – 23 de Julho de 2014, que na cidade de Díli em Timor Leste, onde foi realizada a X Conferência de Chefes de Estado da CPLP, que por via consensual admitiu como membro de pleno direito a Guiné Equatorial, país dirigido por uma ditadura cruel e odiosa! Na cidade de Díli as mais altas figuras representativas do Estado Português constituídas pelo Presidente da República e o Primeiro-ministro perante os Portugueses e o mundo foram humilhados e  Portugal viu naquela cerimónia histórica o derrube humilhante da sua dignidade e prestígio como nação velha de nove séculos e a primeira nação europeia a descobrir e dando ao mundo novos mundos, orgulhosa potência militar e económica nos Séculos XV e XVI, chegando a dividir o planeta em duas partes distintas e numa delas dominando. Também o Ano de 1139, data da fundação de Portugal, guiada e sustentada pelo nosso primeiro Rei, D. Afonso Henriques, é na verdade um ano que se contrapõe àquelas datas já anunciadas por nós, a data de 1139, início da nossa existência e expansão histórica e gloriosa como nação enquanto as outras duas datas representam a decadência de Portugal e dos Portugueses. A questão que agora se põe é a seguinte: E AGORA O QUE VAMOS FAZER?  Ao povo português é chegada a altura de “abrir os olhos” e aperceber-se qual a razão ou razões da decadência do seu país.

As origens já são finalmente conhecidas por nós e essas mesmas origens estão localizadas nas chamadas “elites portuguesas” formadas por dirigentes, responsáveis situados nos diferentes sectores das atividades portuguesas, nomeadamente político, económico e financeiro. Sabemos quem são os responsáveis diretos pelo colapso português. A democracia não existe só para que os oportunistas, exploradores, traficantes, especuladores e saqueadores da riqueza social possam atuar abusivamente de forma impune, mas sim, a Democracia foi feita para que haja liberdade responsável com a qual o cidadão comum possa evoluir material, intelectual e espiritualmente contribuindo para o seu progresso pessoal e para o desenvolvimento correto da própria comunidade em que se encontra inserido. Não vamos fazer uma revolução em termos de violência com derramamento de sangue e eliminação pura e simples dos respetivos causadores do colapso português. Em termos históricos será essa a natural tendência, mas estamos no Século XXI e o povo português, povo velho de 900 anos atingiu já uma desejável maturidade moral espiritual, nós cidadãos comuns temos de procurar uma nova solução fundamentada em genuínos princípios democráticos que só num ato eleitoral nacional poderá ser conseguido e alcançando-se uma maioria esmagadora democrática vamos alterar a nossa Lei Constitucional, onde os abusadores, exploradores e prevaricadores não terão lugar! Assim, teremos de introduzir um novo regime político fundamentado na Solidariedade; Cooperação; Sobriedade e Espiritualidade que o setor cooperativo e social contido na atual Constituição da República Portuguesa cujos princípios gerais estão corporizados numa nova ideologia apresentada no meu segundo livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspetiva Social” publicado em 2013 pela Chiado Editora que detém e confere ao setor cooperativo e social uma importância mais ampla e objetiva, passando a ser predominante nas atividades gerais dos Portugueses, tornando Portugal num verdadeiro Estado Cooperativo e Social e na base desse novo regime político, económico e moral poderemos igualmente apoiar outros povos dispersos pelo mundo que estão ligados a Portugal pela História e pelos laços de sangue e então sim! A LUSOFONIA será verdadeiramente uma realidade influenciadora, benéfica e global no mundo!

 

                                                                                                                                    Jacinto Alves

 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A QUADRATURA DO CÍRCULO - Algumas Linhas de um romance iniciático

Algumas linhas do romance iniciático - AFINAL PARA ONDE VAMOS? A publicar brevemente e da autoria do escritor Jacinto Alves, autor dos livros - Operação Quinto Império (Editora Ecopy) e Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império - Uma Nova Perspectiva Social (Chiado Editora).


                                      Afinal Para Onde Vamos?
                                                       Linhas de Um Romance Iniciático


Na realidade o Instituto Superior de Estudos Avançados das Ciências do Homem – ISEA, era uma instituição em cuja organização interna e externa obedecia a dois níveis esquemáticos, um considerado iniciático, consequentemente interno e secreto; outro externo e civil e neste segundo nível o ISEA, era sem dúvida uma organização científica de grande prestígio internacional devido às avançadas técnicas então desenvolvidas nas áreas científicas do estudo sobre a previsibilidade, onde existia um conhecimento muito avançado organizado em bases técnicas extremamente rigorosas, contudo, conhecidas as suas origens, estas iriam surpreender de forma profunda qualquer leigo ou curioso que pretendesse conhecer a Sabedoria dos Antigos, a qual, remontava muito para lá das míticas civilizações, como por exemplo a Atlântida! No entanto e já no início do Século XX, precisamente no ano de 1910 e na Cidade de Santos – Brasil o Ilustre Português Francisco Luís Matos Chaves fundou um novo e avançado espiritualismo de inspiração cristã, denominado Espiritismo Racional e Científico e que por sua vez já nos fins do Século XXI o seu neto Marco Aurélio, professor catedrático e cientista, veio inspirado naquela mesma doutrina a fundar uma nova doutrina designada por Doutrina da Cidadania Social. Esta mesma doutrina veio a ser desenvolvida no Instituto Superior de Estudos Avançados das Ciências do Homem, mais conhecido pela sigla ISEA, cuja sede ficava na importante cidade de Oeiras, próxima da capital do país – Lisboa! Marco Aurélio, muito jovem e quando procurava licenciar-se em Antropologia, dedicava-se igualmente em estudar importantes documentos legados pelo seu avô, Francisco, os quais continham interessantes e misteriosos apontamentos sobre o Taoísmo, nomeadamente tudo quanto se referia ao estudo e interpretação do Livro das Mutações, o I Ching, o Livro Sagrado dos Chineses e segundo a antiga tradição chinesa, o inventor dos oito primeiros trigramas (pa kua) que representavam o fundamento do sistema do I Ching e dos quais derivaram os 64 hexagramas, foi o lendário imperador chinês que governou entre os anos 2852-2737 a.C.: Fu Hsi!
Marco Aurélio ao estudar os apontamentos do avô, foi encontrar surpreendentes notas, tais como: - “ O Livro das Mutações faz uma distinção entre três diferentes espécies de mutações: a não mutação, a mutação cíclica e a mutação não recorrente. O imutável é por assim dizer, o fundo indispensável sobre o qual a mutação torna-se possível. Toda a mutação supõe um ponto constante que lhe sirva de referencial. Sem isso não poderá haver uma ordem definida e tudo se dissolveria num movimento caótico. Esse ponto de referência precisa ser estabelecido, o que exige em cada ocasião uma opção e decisão. Ele instaura um sistema de coordenadas no qual tudo o mais pode ser encaixado. Por este motivo, no começo do mundo, assim como no começo do pensamento, há a decisão, a determinação do ponto de referência. Teoricamente qualquer ponto referencial é possível, mas a experiência demonstra que desde o despertar de nossa consciência já nos encontramos inseridos em sistemas já estabelecidos de relacionamento tão poderosos que tendem a prevalecer. O problema consiste agora em escolher o seu próprio ponto de referência de modo a que coincida com o ponto de referência do vir a ser cósmico. Pois só assim se poderia evitar que o mundo criado por nossa própria decisão se destruísse por entrar em conflito com as estruturas de relacionamento dominantes. Essa decisão pressupõe evidentemente a convicção de que o mundo, em última instância, é um sistema de referências integradas, um cosmos, não um caos. Essa convicção é o fundamento da filosofia chinesa – como toda a filosofia em geral.”
De facto foi a partir destes importantes apontamentos deixados pelo avô que Marco Aurélio pôde efetivamente vir a desenvolver um novo tipo de raciocínio sobre a real origem do Universo e naturalmente toda a sua mecânica em termos cósmicos. O Grão-Mestre da Ordem de Cristo, Guardiã, apoiado por todos os seus Mestres Zoistas e tendo como suporte uma avançada matemática apoiada por uma geometria quadridimensional, igualmente designada por geometria projetiva graças à existência de poderosos e avançados computadores de que era dotado o ISEA, foi possível penetrar profundamente no conhecimento do espaço-tempo e daí poderem desenvolver com uma eficácia quase a 100% a dinâmica da “Previsibilidade”. Certamente que os princípios contidos no Livro das Mutações, exerceu uma enorme influência no desenvolvimento de uma ciência que os Mestres Zoistas conseguiram permitindo ao ISEA tornar-se numa instituição de enorme prestígio internacional e vindo de uma forma crescente a serem solicitados os seus serviços por importantes universidades, instituições científicas e grandes organizações empresariais, governos e tantas outras instituições de igual importância localizadas em diferentes partes do mundo. Este era o lado exotérico do ISEA ou que ainda por outras palavras seria a materialização da quadratura do círculo, mas a instituição dirigida por Marco Aurélio, tinha igualmente um outro lado verdadeiramente secreto e completamente inacessível ao conhecimento público que simbolicamente poderíamos denominar de “Circulatura do quadrado, sendo precisamente o oposto à quadratura do circulo, cuja simbologia seria traduzida pelo “domínio da matéria sobre o espírito”, ao passo que a Circulatura do quadrado, significaria “o domínio do espírito sobre a matéria”, área em que os Mestres Zoistas eram efetivamente conhecedores e cujas técnicas então desenvolvidas conseguiam dominar as “viagens no Tempo”!
E daí e igualmente a Ordem de Cristo, Guardiã detinha um conhecimento cientificamente preciso sobre a Vida Fora da Matéria e sabendo igualmente de que a Morte Não Interrompe a Vida, rasgando ou abrindo uma brecha imensa sobre as realidades do Universo, onde as leis espirituais eram dominantes e onde o ser humano nos respetivos planos material e espiritual detinha o conhecimento profundo da razão da sua própria existência como ser vivo e inteligente! Palavras como Evolução; Reencarnação, Escola; Trabalho e Espiritualidade, verdadeiramente ganham o estatuto de universalidade!