quinta-feira, 31 de março de 2016

BES/NOVO BANCO COOPERAÇÃO


                     VAMOS TRANSFORMAR O BES/NOVO BANCO
      NUM BANCO COOPERATIVO DE DESENVOLVIMENTO LUSÓFONO



Temos necessidade, urgente, em restaurar o “Espírito da nossa Ordem de Cristo” e conforme afirmámos, esse mesmo “Espírito” deverá ser materializado num movimento cívico e patriótico onde os respetivos militantes se sintam como “soldados” na defesa do futuro da Pátria Portuguesa consubstanciado num grande projeto para o desenvolvimento presente e futuro de Portugal.

De facto toda a conversa que envolve o “pseudo europeísmo” e a chamada globalização mundial” na verdade apenas tem vindo a servir os interesses mesquinhos e egoísticos de alguns indivíduos ou grupos organizados situados dentro e fora do país na prossecução dos seus projetos obscuros de domínio e exploração das riquezas e recursos das nações mais fracas e deles dependentes! De facto e em relação a Portugal temos uma nova versão do “Quinto Império” para o Século XXI e aqui convém ressaltar a importância atual da “Plataforma Continental Portuguesa” evitando-se a todo o custo que a mesma se venha a transformar num novo “mapa-cor-de-rosa ”e sujeito à cobiça doutras nações!

Torna-se evidente a necessidade de nós, Portugueses passarmos a ter uma nova tomada de consciência clara e objetiva de que não só somos europeus, mas igualmente “atlânticos” e que a nossa identidade se projeta por todo o “espaço lusófono” compreendido pela Língua Portuguesa, o qual se estende por todas as pelas diferentes regiões do mundo e confirmando-se a sua realidade histórica conforme o Pensamento de Fernando “de que falta Cumprir-se Portugal”.


             Os Portugueses na sua generalidade terão de tomar consciência sobre o que são na realidade no contexto geral da Humanidade. Não somos um povo qualquer, pois na verdade e historicamente continuamos a ser portadores de uma profunda e grande responsabilidade na condução presente e futura da vida de todos os seres humanos viventes neste planeta. É chegada a hora para que nós portugueses tenhamos consciência das responsabilidades que nos cabe a cada um de nós! Muito se tem falado sobre a Lusofonia, mas afinal o que é a Lusofonia? Esta terá de começar a ser materializada em mais atos e menos palavras. Vamos dar um exemplo: Se a memória não nos falha o MIL- Movimento Internacional Lusófono em tempos ainda recentes veio a defender a criação de um Banco de Desenvolvimento que seria extensivo a todo o espaço da Lusofonia e aparentemente essa excelente ideia nunca veio a ser realizada.



No imenso espaço que compreende a fala da língua portuguesa e aqui estamos com Fernando Pessoa quando afirmava que “ A minha Pátria é a Língua Portuguesa”.
Num espaço planetário onde existem mais de 200 milhões falantes da Língua Portuguesa, na verdade trata-se verdadeiramente de um Quinto Império Mundial. Neste primeiro exemplo apresenta-se como um provável cenário a criação do tal Banco de Desenvolvimento que poderia ser designado por Banco Cooperativo de Desenvolvimento Lusófono – BCDL, extensivo a todos os países de expressão oficial portuguesa, o qual de uma forma objetiva e coordenada poderia ser materializado através do antigo BES agora Novo Banco sendo aproveitada a sua importante e qualificada estrutura laboral e técnica representada pelo conjunto dos seus competentes trabalhadores. O BES, agora NOVO BANCO dispõe de uma importante, estratégica e numerosa rede de balções poderia ser adaptado a uma nova unidade bancária que teria uma implementação nacional e internacional, cobrindo sempre todo o espaço lusófono e contribuindo de forma objetiva e determinante para todos os países da CPLP e estendendo a sua influência a outras países da Ásia e de África marcados pelas históricas presenças e influências de Portugal!

Jacinto Alves


quarta-feira, 9 de março de 2016

De la figure du moine-chevalier au citoyen du Cinquième Empire

Article

                      De la figure du moine-chevalier au citoyen du Cinquième Empire

 Les concepts de coopératisme et de coopération sont distincts mais en réalité complémentaires au développement d'autres nouveaux concepts liés à l'humanisme : l'universalisme, l’évolutionnisme, le municipalisme et l'écologie, la démocratie représentative et participative. Dans cette nouvelle perspective, les concepts d'universalisme, d'humanisme et d'évolutionnisme sont liés ou associés aux différentes expressions de la spiritualité humaine. La spiritualité a souvent comme base un principe d'évolution basée sur l’idée de réincarnation ou de vies successives. Des approches rationnelles et scientifiques ont prouvé que la mort n’est pas cessation de la vie et que la vie existe indépendamment de la matière. La Doctrine sociale de la citoyenneté pourra inspirer efficacement tous ces schémas idéologiques que la philosophie a développés tout au long de l'histoire de l'humanité. Objectivement, nous devons réunir ces différents concepts par un facteur d'ordre de base qui soit précisément scientifique. Toutes les disciplines scientifiques et les techniques doivent concourir à la compréhension des processus à l’œuvre dans la longue expérience humaine, en prenant en compte les contextes historiques particuliers et généraux. Une telle analyse complexe devrait permettre des conclusions au bénéfice de l'humanité. La forme institutionnelle de la Doctrine sociale de la citoyenneté sera toujours inclusive de nouvelles propositions de la gauche comme de la droite du spectre politique, dès lors qu’elles visent fondamentalement à la protection sociale et au développement d'une communauté régionale, nationale ou internationale donnée. Dans sa composante idéologique, un ensemble de différentes propositions qui défendent la mise en œuvre et le développement de toutes les initiatives et projets visant à la pratique d'une doctrine de coopération relève du pouvoir citoyen d’exercer démocratiquement sa part de la citoyenneté sociale dans laquelle le bénévolat s’affirme comme pertinence sociale. Basé sur ces principes directeurs de la Doctrine de la citoyenneté sociale, nous aurons tout avantage à incarner leur nature et à structurer un « mouvement civique », dans lequel peuvent s’associer des personnes vraiment prêtes à s’engager à « coopérer » à la création d’un nouvel ordre économique et social, pierre angulaire d'une société véritablement spirituelle, bienveillante et soucieuse de développer de nouvelles valeurs tant pour le progrès matériel que pour le progrès spirituel de l'humanité. 5 Objectivement, la Doctrine de la citoyenneté sociale matérialisée dans le MCPC - Mouvement Civique Portugais de Coopération - permettra d’inspirer et d’accompagner ceux qui le souhaitent dans l'étude du rationalisme chrétien, l'étude et la pratique des principes contenus dans l’œuvre de Zozime, l'enseignement des sciences de la volonté et enfin l'étude et l'approfondissement de la doctrine coopérative qu’António Sérgio a défendue si activement. D'autres disciplines, telles que le municipalisme, l'écologie, la démocratie représentative et participative, en particulier cette dernière, devraient faire l'objet d'études, d'approfondissements et de développements importants. De toute évidence, l'un des principaux composants idéologiques du MCPC sera la mise en œuvre d’une véritable démocratie participative. Probablement, aujourd’hui, au XXIe siècle, on ne peut convertir tout un chacun en moine-chevalier, soumis à des règles sévères de conduite morale et matérielle, mais ce nouveau citoyen, auquel nous aspirons, devra prendre une nouvelle attitude à l'égard de la nouvelle société qui nous attend. Nous aurons à pratiquer une autodiscipline et une éthique pour défendre les vraies valeurs basées sur la spiritualité humaine, une tempérance face aux consumérismes indisciplinés, une forte et sincère solidarité, l'esprit d'innovation et l'abdication de la richesse ou du luxe facile générés par un capitalisme inhumain, impitoyable et frénétique, véritable provocation contre l’humanité. Ici, d’une manière simple, nous pouvons avancer que le nouveau modèle du citoyen du Cinquième Empire, sans prendre comme modèle la figure du moine-chevalier qui caractérise l'Ordre du Christ au cours des XIVe, XVe et XVIe siècles, mais en intégrant son esprit de mission, peut être considéré comme un Chevalier, défenseur du Cinquième Empire, toujours enclin à favoriser le bien commun et le progrès de l’humanité en toutes ses dimensions.

 Jacinto Alves, écrivain et essayiste portuguais

domingo, 21 de fevereiro de 2016

CONFERÊNCIA DE RÉMI BOYER NA CASA DA BEIRA ALTA


«Tradições, avant-garde,
que influências sobre a cidade», conferência por Rémi Boyer

23 Fevereiro (terça-feira) | 21h30m
Casa da Beira Alta (Rua Santa Catarina, 147, 1º), Porto

ENTRADA LIVRE 

Rémi Boyer é um emérito escritor e investigador no vasto campo do Esoterismo. O Esoterismo, na verdade, é um nome genérico, que designa um conjunto de tradições e interpretações que buscam perceber o lado oculto de todas as coisas; no Universo, nas religiões, nas filosofias, na Poesia, na Arte, em todos os reinos da Natureza, no Homem e em Deus!

Remi Boyer cedo começou a exploração do mundo das Vanguardas; da iniciação e das filosofias do Despertar que compreendem a corrente filosófica do INCOERISMO, que se traduz num simples pensamento:

“O Incoerismo ajusta contas com o Tempo e com todos os Tempos, a fim de navegar livre pelos mundos relativos ao sabor do vento do QUERER”

Rémi Boyer lançou, recentemente, os «Cadernos de Lima de Freitas», sob a égide da Sociedade de Estudos e Investigação sobre o Quinto Império sendo um admirador e atento investigador do pensamento místico/filosófico e obras de arte do Mestre Lima de Freitas.

Conferência organizada
pela ACPC – Academia do Conhecimento Portus Cale
-

Saudações Beirãs

A presidente da Direcção,

Isabel Damião

96 40 37 121

CASA DA BEIRA ALTA
Associação Cultural e Recreativa de Utilidade Pública
Rua de Santa Catarina, 147 - 1.º
4000 - 450 Porto
telef.: (0035) 222 052 838
casabeiraalta.bolgspot.pt

 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

A IDENTIDADE PORTUGUESA E O PORTUGAL DO FUTURO


A IDENTIDADE PORTUGUESA E O PORTUGAL DO FUTURO

PREVISÕES :“Quem nasce em Portugal é por Missão ou Castigo”. – Profecia lapidar da Montanha de Sintra.


"A nossa grande Raça partirá em busca de uma Índia nova, que não existe no espaço, em naus que são construídas «daquilo que os sonhos são feitos». E o seu verdadeiro e supremo destino, de que a obra dos navegadores foi obscuro e carnal ante-arremendo, realizar-se-á divinamente. Profecia de Fernando Pessoa, extraída de A Nova Poesia Portuguesa no seu Aspeto Psicológico, revista Águia, nº. 12, II Série.”


A origem do povo português representada nas raízes herdadas dos Lusitanos é muito antiga, estando os Portugueses marcados com dois genes muito específicos e únicos. Nós, Portugueses somos os últimos sobreviventes de uma antiguíssima raça ibérica pré-mediterrânica. Segundo a narrativa de Paul Le Cour – 1871/1954, escritor, esotérico e astrólogo francês – “Cadernos de Tradição – Ecos Portugueses da Atlântida, História e Cultura Portuguesa e da Lusofonia, publicação de Manuel J. Gandra – Ano de 2004”, dizia-nos que segundo Platão no Timeu num relato de um sacerdote egípcio que uma potência militar se tinha lançado sobre a Europa e a Ásia e que nesse tempo, podia-se atravessar o mar e que havia uma ilha, em frente das Colunas de Hércules, maior que a Líbia e a Ásia reunidas.

Desta ilha podia-se passar para outras ilhas e daí alcançar o continente oposto. Convenhamos que há aqui bastantes alusões que permitem atribuir às ilhas dos Açores (ou antes, àquilo que elas representam que são as ruínas da Atlântida! O povo português não é ingovernável e muito menos vive além dos seus recursos (conforme certos políticos nos tentam convencer) e muito menos aceitar a afirmação de que “não se pode esperar muito dele”. Quando o povo português se torna ingovernável e contrário às políticas vigentes, significa que em Portugal e no presente a qualquer momento poderá eclodir uma forte reação social, cujas consequências serão sempre imprevisíveis (e a nossa História o tem vindo a confirmar) e nessas circunstâncias de ingovernabilidade terá de emergir naturalmente princípios paradigmáticos de auto-preservação e de autor-regulação, sendo subjacentes a uma sabedoria ancestral gregária que funciona como um corpo só através do subconsciente coletivo dos Portugueses! Os Portugueses são descendentes dos Fenícios e filhos originais da casta Lusitana, mas também dos Celtas, tendo ligações Árabes, judaicas e Cristãs.

Na sua globalização os Portugueses cruzaram-se com os Africanos, com os Índios Americanos, com os Asiáticos e com os Indianos. Criaram ou ajudaram a criar países com características muito próprias e de certo modo ligadas à nossa CAUSA que na verdade foi e é igualmente a deles! A globalização portuguesa, o “Porto do Graal” emergiu de pequenas e grandes colónias e feitorias tornadas mais tarde em províncias ultramarinas espalhadas por todo o mundo, o que se poderá concluir que a partir do Conde D. Henrique, pai do Primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques havia um Projeto Global de tornar Portugal não numa metrópole contida num pequeno retângulo geográfico, mas sim satisfazer uma necessidade imperiosa ao mesmo tempo material e espiritual de libertação e expansão e daí a pretensão histórica de “dilatar a Fé, o Império e as Terras Viciosas” tornando Portugal no Mítico Porto do Graal e o mensageiro de uma nova ideia, de uma nova ideologia para o mundo! Realidade que agora no Século XXI, a Lusofonia pretende dar continuidade! No plano biológico a maioria dos Portugueses (nomeadamente os de descendência lusitana, são portadores de dois genes que marcam a diferença em relação a outros povos de que não dispõem daqueles mesmos genes e são eles: - A25-BIS-DR2, este gene só foi encontrado nos portugueses de origem étnica lusitana, apesar de também existir no Brasil e na América do Norte, sendo que esta propagação se deve, obviamente à tendência dos Portugueses em emigrarem! O outro gene e o mais particular que prova sermos a população mais antiga na Europa tem o nome de – A26-B38-DR13, (Universidade de Coimbra). Sobre este mesmo gene só se sabe que terá existido nos primeiros ibéricos ocidentais e dai poder-se concluir de eventualmente poderem existir ligações com os sobreviventes da Atlântida que quando do afundamento desta chegaram à Península Ibérica há cerca de 11.500 anos. A palavra SAUDADE é efetivamente uma palavra com uma profunda e muito antiga significação mítica e naturalmente sub-jaz de forma inequívoca no inconsciente coletivo do povo português.

É a recordação oculta do “Paraíso Perdido” que foi a Atlântida e essa recordação foi-se cristalizando ao longo de milhares de anos na mente dos Portugueses e daí a causa ou a razão desse misterioso sentimento que se chama: SAUDADE! O Sentimento da SAUDADE está intimamente ligado ao conceito de LUSOFONIA e daí ter havido a necessidade da criação de um PROJETO UNIVERSALISTA (que nasce com os Templários em Portugal) que os primeiros portugueses pretenderam desenvolver e esse mesmo PROJETO UNIVESALISTA tem vindo a ser traduzido por portugueses, tais como: Padre António Vieira; Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. Infelizmente esse mesmo Projeto corporizado nos LUSÍADAS do nosso épico Luís de Camões e em MENSAGEM do poeta iniciático Fernando Pessoa e na “História do Futuro” de Vieira tem vindo sistematicamente ser deturpado por maus políticos que em Portugal pretendem transmitir uma falsa democracia que em nada serve o Povo Português e apenas serve os interesses das elites formadas por falsos portugueses que apenas visam a defesa dos seus interesses pessoais e de classe em completa oposição às necessidades reais de um povo simples, honesto e trabalhador que são os Portugueses! Há cerca de 25 anos, adquirimos uma obra intitulada - "O FACTOR MAIA - Um Caminho Além da Tecnologia", publicada pela Editora Cultrix – S. Paulo, Brasil - do escritor e investigador José Arguelles, nascido em 1939 nos Estados Unidos. O tema do livro em referência é dedicado ao estudo e análise do Povo Maia e da sua cultura relativamente ao Estudo do posicionamento da Terra e do Sistema Solar em relação ao CENTRO DA GALÁXIA - a nossa Via Láctea! Trata-se de um trabalho sério e digno de estudo. No final do Século XIX, arqueólogos e pensadores mais "científicos", como Ernest Willem e outros, tinham-se debruçado sobre o sistema matemático e astronómico dos Maias e por volta de 1927, foi concluída a chamada "correlação Goodeman-Martinez e Hernandez-Thompson " entre a cronologia Maia e Cristã. Isto significava que o "começo" do "Grande Ciclo Maia" tinha sido localizado entre 6 a 13 de Agosto de 3113 a.C. no Calendário Cristão


. Na cronologia Maia a data escrita é: 13.0.0.0.0. Essa mesma data - 13.0.0.0.0., repetiu-se em 21 de Dezembro de 2012 d.C. De facto, o que vai exatamente suceder? Não será naturalmente o fim do mundo, mas sim o início de algumas influências cósmicas incidindo sobre o nosso planeta! tais como: o Alinhamento do nosso Sistema Solar com o Centro da nossa Galáxia! Segundo, os Maias, presentemente já estamos "atravessando a radiação galáctica" provindo do Centro da Via Láctea. O "alinhamento" em referência irá ou já está a perturbar os campos magnéticos do Sol e de todos os planetas que formam o nosso Sistema! Penso que sim! A alteração dos "campos magnéticos da Terra, certamente que vão alterar os movimentos de rotação, translação e oscilação do eixo terrestre e assim os climas (degelo nos Polos) e consequentemente a subida dos níveis dos mares, cobrindo partes baixas e importantes das zonas costeiras de diferentes países. Com a mudança das correntes marítimas influenciadas por perturbações das circulações atmosféricas sem dúvida que já estão ocorrendo importantes fenómenos no mundo e maiores ocorrências se irão sentir a médio e longo prazo que naturalmente irão "mexer" com a flora e a fauna e finalmente com os próprios seres humanos. Certamente que todos nós estaremos atentos a todos os fenómenos que estão ocorrendo e que vão ocorrer. Concluindo: Estamos já numa fase avançada de "mudança" para pior e provavelmente para algumas outras coisas para melhor! Nós, seres humanos teremos de começar a rever as nossas posições perante nós próprios! Conceitos de religião, de filosofia, política, economia, ecologia e outras correntes do conhecimento humano! É interessante notar de que com as "mudanças" que estão a ocorrer, estas, eventualmente, poderão exercer alguma influência sobre a nossa formação psicossomática – alguns investigadores adiantam (a médica brasileira - Glaci Ribeiro da Silva, autora do livro “O Racionalismo Cristão e a Ciência Experimental – edição Centro Redentor – Brasil – Rio de Janeiro nos seus diversos trabalhos de investigação e quando se refere ao estudo da "Glândula Pineal" classificado pela Ciência Médica como um órgão residual, contudo e atualmente e por via científica estão surgindo novas perspetivas sobre o funcionamento e finalidade daquele órgão! O Dr. Sérgio Filipe de Oliveira, médico, pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de S. Paulo – Brasil, em seus estudos sobre a "pineal", chega à seguinte conclusão: - A "pineal" é um "sensor" capaz de “ver” o mundo espiritual, associando-o à estrutura biológica, sendo uma glândula, portanto, que VIVE o dualismo espírito/matéria. O cérebro capta o magnetismo externo através daquele órgão.

É a glândula Pineal que gere a capacidade intuitiva do ser humano – possivelmente servindo de suporte à atividade mental dos humanos no que diz respeito à faculdade "telepática"?! Imaginem só! Que implicações extraordinárias virão a existir se as pessoas conseguissem captar os pensamentos dumas e doutras? O mundo seria radicalmente virado às "avessas"! Sem dúvida que a Arte Real ou seja a Maçonaria Universal seja especulativa ou operativa o seu estudo e prática é de uma importância fundamental face aos acontecimentos que já ocorreram, que estão ocorrendo e que vão ocorrer acontecimentos esses muito conturbados, de sofrimento e desafiadores com que a Humanidade se está defrontando e daí a urgente necessidade de os" maçons" assumirem uma nova postura cívico/espiritual de base científica que venha a permitir aos seres humanos enfrentarem com coragem e serenidade os novos desafios que se avizinham! No que diz respeito especificamente na Historiografia Portuguesa à origem e desenvolvimento do Mito do Quinto Império Português divide-se por aqueles que o defendem e aqueles que o consideram pós 25 de Abril de 1974, como meio e fim esgotados e segundo Oliveira Martins, considera que com as liberdades cívicas, o avanço dos costumes e o progresso técnico realizados pelo Liberalismo deram-no como findo, considerando-o uma relíquia do passado ou ainda uma espécie de marca cultural, mítica e mitológica do pretérito histórico de Portugal! Igualmente nas perspetivas de Lúcio de Oliveira e António Sérgio que com as ocorrências do republicanismo; o positivismo e o racionalismo, esgotaram e mataram o Mito do Quinto Império e com ele, naturalmente o Sebastianismo! O nosso ilustre escritor e historiador Miguel Real, no livro de sua autoria – Nova Teoria Sobre o Sebastianismo – – 1ª. Edição – D. Quixote, faz uma extensa análise na base da Historiografia Portuguesa sobre o Mito do Sebastianismo/Quinto Império em que duas correntes de opinião se dividiram entre os investigadores e historiadores portugueses. Diremos que ambas as partes têm a sua razão, sendo perfeitamente válidas as respetivas teses que defendem, contudo, na nossa opinião e na realidade configura-se uma terceira via a qual dá pleno fundamento ao Mito do Sebastianismo, uma vez que historicamente a introdução da Inquisição em Portugal por D. João III; as Invasões Francesas, no início do Século XIX, dizimaram cerca de 10% da população portuguesa e a Ditadura de mais de 40 anos em Portugal durante o Século XX, pesaram profundamente no espírito coletivo do Povo Português.

Na Historiografia Portuguesa quanto à verdade sobre a consistência, natureza e razão válida que defendem tal mito, agora transformado em teoria e essa teoria convertida em doutrina – a Doutrina da Cidadania Social versus Doutrina do Quinto Império ou seja: a Doutrina da Verdade, cuja apresentação e desenvolvimento é feito no meu segundo livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império- Uma Nova Perspetiva Social “publicado em 2013 pela Chiado Editora. Dando a devida razão a ambas as partes defensoras e não defensoras do Mito do Quinto Império, procurámos desenvolver uma terceira via que efetivamente passa pelo desenvolvimento da espiritualidade do ser humano que apoiado plenamente pela investigação científica procura-se a descoberta e conhecimento do mecanismo das leis universais, as mesmas leis naturais que regem o nosso próprio mundo e do Universo na sua imensidão cósmica, contendo em si um número incontável de mundos e sistemas estelares, os quais e em conformidade com essas mesmas leis assistem numa escala própria um número, diremos quase infinito de vidas inteligentes. A transformação e a Evolução, são os elementos básicos que dão sustentabilidade à Força Criadora ou Inteligência Universal ou ainda a ação desencadeada pelo Grande Arquiteto do Universo, (Deus) a suprema Causa de tudo quanto existe! O ser humano ao longo de muitos milhares de anos esteve sempre sujeito a uma constante transformação do seu corpo somático e a uma progressiva evolução do seu espírito passou por uma longa e dolorosa fase de animalidade compreendida pelo instinto e volvidos esses mesmos milhares de anos veio a conquistar um novo atributo espiritual conhecido pelo “livre arbítrio”, portanto, passando a ser detentor da capacidade do raciocínio e de ter a liberdade de tomar decisões por si próprio, ultrapassando assim as barreiras naturais de um universo tridimensional, conseguindo cognitivamente alcançar uma nova dimensão não já física, mas sim pertencente a outras e superiores dimensões do Universo! Em face da constante evolução espiritual do ser humano, este já está, agora em pleno Século XXI, próximo de se libertar da condição do “livre arbítrio” não precisando deste e deixando de se debater entre o ser e o não ser; o certo e o errado, pois em termos de natureza cósmica o espírito humano atingiu um estado de grande desenvolvimento moral e intelectual que lhe vai permitir pela via da intuição alcançar um conhecimento de si mesmo e do próprio Universo, sabendo perfeitamente qual a sua responsabilidade e função na própria organização universal, o que numa perspetiva maçónica tornou-se por direito próprio num Arquiteto do Universo!


Este tema foi inspirado na base da narrativa contida no meu terceiro livro – o romance iniciático “ Num Dia do Amanhã” a publicar brevemente. Seria interessante verificar que o grande projeto do Quinto Império Português, sonhado pelo nosso Rei D. Sebastião que na histórica batalha de Alcácer Quibir para a conquista do Norte de África – Marrocos, sofreu uma derrota no dia 4 de Agosto de 1578 na Batalha dos Três Reis que foi travada numa região entre Tânger e Fez. Vejamos então o que iremos encontrar relativamente ao ano de 2040 sobre Portugal. Portugal passará a dispor de uma superfície terrestre correspondente à sua antiga ZEE – Zona Económica exclusiva de mais de 3.877.408 kms2, área correspondente à superfície da Índia, tornando-se num dos maiores países a nível planetário! Devido ao reerguer de vastos fundos do Oceano Atlântico fizeram crescer de forma vasta a superfície do Arquipélago dos Açores, tornando-se numa vastíssima ilha que se irá estender no centro das águas atlânticas em todas as direções geográficas aproximando-se da Península Ibérica – ficando a escassos 5 quilómetros da costa portuguesa e apenas separado por um pequeno braço de mar. Portugal, um pequeno país europeu periférico, tornou-se numa das maiores nações planetárias, pois a sua extensão total começava na Península Ibérica, a qual, por si própria se transformou na famosa “jangada de pedra” descrita no livro com o mesmo nome do nosso Prémio Nobel da Literatura - José Saramago! Um novo pensamento foi materializado por uma nova filosofia espiritualista cientificamente demonstrável - a Doutrina da Cidadania Social que historicamente veio a nascer do Mito do Quinto Império, onde a Historiografia Portuguesa, através dos seus diferentes pensadores, filósofos e escritores, destacando-se nomes como o Padre António Vieira; Fernando Pessoa; Agostinho da Silva; Sampaio Bruno; António Quadros; António Telmo; Manuel J. Gandra, Miguel Real e Paulo Borges e tantos outros defensores do Mito do Quinto Império, como elemento constante e histórico na cultura e mentalidade do Povo Português e que veio a exercer uma nova influência no posicionamento e orientação espirituais da própria Humanidade.


Vamos agora relembrar as nossas afirmações iniciais quanto ao “FACTOR MAIA” que previu que a partir da data pretérita de 21 de Dezembro de 2012 d.C. vários acontecimentos iriam eclodir. Não seria o começo do “Fim do Mundo”, mas sim o início de algumas influências cósmicas incidindo sobre o nosso planeta, vejamos quais: - o alinhamento do nosso Sistema Solar com o centro da nossa Galáxia – a Via Láctea. Este alinhamento já está a perturbar os campos magnéticos do Sol e de todos os planetas que formam o nosso sistema solar. O alinhamento em referência está interferindo nos movimentos de rotação e translação e oscilação da Terra e daí a ocorrência de importantes alterações na morfologia terrestre! A neutralidade da nova ilha-continente – a Ibéria-Atlântida, mantinha-se principalmente devido às boas relações históricas que o velho Portugal mantivera sempre ao longo dos séculos com as Américas; a China; a Rússia e com a Ásia em geral e em grande parte com a África, nomeadamente os países de expressão oficial portuguesa que sempre mantiveram ao longo do Século XXI com o povo português, agora Ibero-Atlante relações de amizade e de cooperação. As chamadas “quintas colunas” atuavam tanto na América do Norte como na Europa sob a forma de células, dando a origem a sucessivos atentados sobre instituições e pessoas, provocando numa onda crescente o pânico, a morte e ferimentos de pessoas e a destruição de bens, alimentando uma instabilidade cada vez mais crescente e cruel. Se recuarmos na História e nos fins do Século XX, precisamente na data de 9 de Novembro de 1989, dá-se um grande acontecimento histórico e político com a “Queda do Muro de Berlim” seguido da Unificação da Alemanha, no dia 3 de Outubro de 1990, verificando-se a dissolução gradual da União Soviética entre 19 de Janeiro a 31 de Dezembro do mesmo ano, o capitalismo internacional começou a ter um campo amplíssimo para a sua expansão rápida e assim foi que aconteceu e no caso específico da Europa, o estatuto social da União Europeia começou a sofrer fortes ataques por parte dos especuladores financeiros e das grandes empresas e multinacionais, operando nas diferentes e variadas regiões do mundo, sendo o seu maior depredador a especulação financeira, liderada principalmente pelos poderosos senhores da Banca internacional. Forças políticas ligadas ao Capital começaram a encaminhar-se de uma forma perigosa para uma nova corrente ideológica – a Economia Neoliberal que de uma forma devastadora foi ceifando pessoas, instituições e nações. Essas poderosas e perenes forças financeiras eram representadas pelos históricos e misteriosos Sábios de Sião, perfeitamente integrados e interligados de forma organizativa em todas as nações do mundo.

É historicamente sabido que os Templários foram os fundadores de uma organização que se veio a designar mais tarde por Banca, a qual sem dúvida veio a dar importantes benefícios à Humanidade. A partir dos fins do Século XX e inícios do Século XXI, a Banca tornou-se num dos maiores flagelos a nível planetário alterando e adulterando os verdadeiros fins da economia social. Diremos que são os quatro “Cavaleiros do Apocalipse” dos tempos modernos, sendo eles os traficantes de drogas; os negociantes de armas; os terroristas e finalmente os especuladores financeiros! Na Península Ibérica e após a sua separação da Europa (Segundo José Saramago em “Jangada de Pedra”) devido ao abaixamento dos Pirenéus e ao surgimento de um braço de mar entre a região europeia e a Península Ibérica, alterações importantes vieram a ocorrer em Espanha, com a desintegração desta como nação para passar a ser uma região formada por vários estados política e economicamente independentes. Com Portugal, uma das nações mais antigas da Europa desapareceu como país e extinguindo-se o nome de Portugal para dar lugar a uma nova nação designada por Ibéria Atlântida. A antiga Espanha devido à sua grande extensão territorial durante séculos exercera uma enorme força centrípeta sobre o pequeno Portugal, motivo a que tivessem decorrido durante alguns períodos do tempo confrontos armados, os quais por uma razão muito especial tenderam sempre a favor de Portugal, conseguindo este sempre obter e manter a sua soberania. No final do Século XXI, as situações inverteram-se e Portugal passou a dispor de uma enorme extensão de território devido ao levantamento da ilha/continente afundada cerca de 11.500 anos antes devido a diversos cataclismos então ocorridos e com o escoamento e quase desaparecimento do Oceano Atlântico Portugal passou a dispor de uma território geográfico com as dimensões comparadas com a antiga Índia passando a ser territorialmente uma das maiores nações do mundo. Todos os estados da antiga Espanha alinharam coletivamente com o novo país a Ibéria Atlântida e Portugal tal como fora durante quase 9 séculos desapareceu do seio das nações dando lugar a um novo país. Ocorreram várias evacuações de populações em diferentes regiões do planeta onde estavam previstos grandes cataclismos, nomeadamente com a invasão das águas do Atlântico e doutros oceanos e mares e devido ao crescimento extraordinário do Arquipélago dos Açores que se veio a transformar numa ilha/continente e uma parte das evacuações de seres humanos de diferentes raças e países convergiram para a nova ilha/continente, optando pela nacionalidade de uma nova pátria a Ibéria Atlântida!

Do antigo Portugal tinha emergido uma nova doutrina espiritualista com bases de ordem política e económico completamente inéditas que vieram a seduzir a maioria de centenas de milhares de seres humanos que mediante grande aflição viram-se em situações de penosa miséria, carência e sofrimento. As pessoas independentemente da sua raça, religião ou posição social conviveram de forma solidária participando ativamente na reorganização das novas comunidades. Foi o tempo do Quinto Império, sonhado pelo Padre António Vieira; Fernando Pessoa e Agostinho da Silva, no caso específico de Portugal que dera o primeiro exemplo de cooperação para o mundo e daí o facto de ter sido o iniciador de uma nova política, onde as antigas ideologias partidárias deram lugar à democracia participativa e onde cada ser humano se tornara num novo cidadão plenamente consciente dos seus direitos e deveres, profundo conhecedor da sua dupla realidade física/espiritual e tendo a perfeito conhecimento da razão da existência do Universo e da sua própria existência como ser vivo e daí conhecendo as respetivas leis naturais e imutáveis e lembrando sempre o que dizia Jesus, O Cristo quando afirmava de“ Que na Casa do Pai Há muitas moradas” queria Jesus dizer que essas mesmas moradas eram os incontáveis mundos que rolam no espaço universal e que alguns desses mesmos mundos funcionavam como escolas onde as “Partículas de Luz da Inteligência Universal "(seres vivos) realizavam as suas aprendizagem no seu rumo evolutivo até regressarem ao seio da Força Criadora (Deus) e neste nosso planeta e nos tempos presentes a Ciência aliada ao um espiritualismo profundo, vasto e eclético está já provando de que a Morte não Interrompe a Vida e que a Vida Existe Fora da matéria e que o Universo há basicamente duas componentes a operar: - a transformação da Matéria e a evolução da Força!



Jacinto Alves, escritor e ensaísta e membro fundador da ACPC- Academia do Conhecimentos Portus Cale

jjdiabinho@sapo.pt





terça-feira, 12 de janeiro de 2016

UM PENSAMENTO FILOSOFICAMENTE CIENTÍFICO E INTERVENTIVO


 
            UM PENSAMENTO FILOSOFICAMENTE CIENTÍFICO E INTERVENTIVO
                     Em Busca da Realidade da Vida

 

A Física através do estudo e da investigação da mecânica quântica tem vindo a desbravar novas áreas que apontam para novas e desconhecidas formas de energia no universo das subpartículas do átomo, tais como: os fotões; gravitões; os quarks e outras subpartículas e respetivas antipartículas; Há medida que a Ciência for penetrando na intimidade do Campo Quântico e com a eventual descoberta de novas e diferentes partículas como por exemplo o famoso “ Bosão de Higgs”, que na nossa perspetiva é errado ser chamada de “partícula de Deus, a Ciência irá finalmente compreender de que a “partícula de Deus” na verdade é o ser humano na sua dupla natureza – a física e a espiritual, sendo a primeira matéria e consequentemente sujeita às leis da transformação, a segunda, o espírito é pura energia inteligente que em obediência às leis da evolução e no seu trajeto cósmico retorna ao ponto Alfa, donde o Universo se expandiu e daí o pressuposto de filosoficamente sermos considerados deuses não poderá ser considerado irrelevante!

A origem do Universo teve o seu início com o “Big Bang”, uma explosão cósmica primordial e nela ter-se manifestado um determinado tipo de energia a que poderíamos chamar de “energia universal” libertada pela explosão cósmica do referido “Big Bang”. A Ciência no seu estado atual de desenvolvimento admite que essa mesma “energia universalse apresenta sob quatro formas, a ver: - a força de gravidade; a força eletromagnética; a força nuclear forte e finalmente a força nuclear fraca. Contudo, a Ciência sabe que ainda está limitada na sua abrangência universal e a sua grande meta é atingir o conhecimento global do chamado “Campo Unificado das Energias do Universo!

 Dessa mesma força universal, destaca-se a energia criadora que assumindo várias formas através da modelação da matéria vai ocupando posições próprias dando início à Ordem saída do Caos na respetiva formação do Universo, originando assim a transformação da matéria e a evolução da força, força esta que no planeta Terra assume a máxima expressão da Vida que é precisamente o ser humano na sua componente espiritual!

 

Quando combinamos a mecânica quântica com a teoria da relatividade, parece haver uma nova possibilidade em que o espaço e o tempo juntos poderão formar um espaço quadridimensional ou com mais dimensões!

Dimensões essas que à medida que vão regredindo na direção do ponto de origem dessa mesma força primeva vão-se tornando diáfanos em estados vibratórios cada vez mais subtis atingindo frequências fisicamente impensáveis! Na verdade quando a Ordem se começa a impor no Caos, significa que a partir da explosão primordial do “Big Bang”, diferentes fenómenos se começaram a operar ou seja: a transformação da matéria que na sua manifestação representa a formação de galáxias, estrelas e planetas e outros numerosos e diferentes corpos e acompanhando a transformação da matéria foi ocorrendo a Evolução da Força Criadora e donde brotou a Vida que numa forma tão exuberante e variada se manifestou e se manifesta no nosso pequeno planeta!

 Em termos dos princípios que orientam a transformação e a evolução poderemos comparar o ser humano a “um diamante em bruto”, onde a transformação se dedica em lapidar a matéria grosseira e a eliminar a sujidade enquanto a evolução vai descobrindo a beleza e o brilho daquele mesmo diamante, tornando-o numa joia bela e luminosa! O presente trabalho trata-se de uma simples e breve abordagem à Principiologia, a ciência que estuda os Princípios da Ordem Universal e assim, tudo indica de que se poderá tratar de um importante instrumento do pensamento humano e como Ciência de forma alguma nunca estará dependente de qualquer ramo religioso ou filosoficamente sectário, mas sim sempre dependente da descoberta, compreensão e conhecimento das realidades do Universo, o que na verdade como ciência vai ser um fator determinante e definitivo para a solidariedade e união dos diferentes povos que formam a nossa Humanidade orientados para uma integração perfeita e comum e irmanados no verdadeiro conhecimento sobre si próprios ou seja: donde vimos; quem somos; porque cá estamos e afinal para onde vamos?

A questão que nos foi levantada deve-se a uma realidade que ao longo da História da Humanidade se tem vindo a manter, onde os dois polos – o Trabalho e o Capital, se têm vindo a confrontar umas vezes de forma violenta, outras seguindo uma via considerada democrática! Esta mesma e importante questão passa basicamente pelo posicionamento do cidadão comum e toda a evolução da Humanidade passa pelo desenvolvimento e esclarecimento conscientes desse mesmo cidadão comum!

 Naturalmente que todos os tipos de organizações sejam políticas ou económicas estarão sempre dependentes do um maior ou menor grau de influência por parte do cidadão comum!

No paradigma da Humanidade destaca-se a evolução e a Ciência da Antropologia embora de forma limitada permite-nos ter um vislumbre do que seja efetivamente a ação da vida neste pequeno planeta que se chama Terra! Portanto, a ação que tem vindo a decorrer ao longo dos séculos, traduzida por constantes e violentos embates entre seres humanos, na verdade trata-se de um mecanismo de natureza evolutiva que fundamentado no sofrimento, nos encontros e desencontros da vida, é o fator básico para que os seres humanos através da tentativa e do erro, vão adquirindo conhecimentos que por sua vez vão ter uma ação direta na moldagem física, psíquica e espiritual na personalidade humana, levando a experimentar situações que começam com sentimentos diversos e primários, desde o ódio, a maldade, a crueldade, a ganância, a inveja, experimentando sentimentos grosseiros que no decorrer da sua vivência física vão passando por múltiplas e extremas situações que lhe trazem grande sofrimento e é precisamente esse mesmo sofrimento que leva o ser humano a raciocinar, aprendendo sobre o que está certo e o que está errado, levando-o ao longo de milhares de reencarnações em corpo físico, as quais se irão projetar por milhares de anos, começa espiritualmente a evoluir e a transformar aqueles seus primeiros sentimentos primários e grosseiros em novos sentimentos mais sublimados onde o amor, a amizade, a coragem, a ternura, a tolerância começam a aflorar na alma humana!

E aqui chegamos ao grande paradigma da razão da existência do Universo, pois, uma das importantes partes desse mesmo paradigma chama-se Transformação, mas a outra não menos importante chama-se Evolução e daí a existência de um determinismo universal! Agora no Século XXI, o ser humano dispõe já de um conhecimento do Universo suficientemente amplo e profundo que lhe vai permitir conhecer de uma forma clarividente os porquês sérios da Vida, da sua própria existência e a razão fundamental do que seja a Força Criadora, a Inteligência Universal ou exatamente o que representa verdadeiramente Deus! Nunca estivemos sós ao longo das lentas, difíceis e dolorosas épocas que o Tempo no decorrer de milhões de anos foi marcando.

O grande filósofo grego Sócrates proclamava: “ Ó homem Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses”. Hoje, dispomos desse mesmo conhecimento, e reconhecemo-nos que na realidade os deuses somos nós quando espiritualmente esclarecidos sobre a constituição do Universo nas suas duas componentes – Força e Matéria, a primeira expoente máxima da vida inteligente da qual nós seres humanos fazemos parte como partículas de vida inteligente dessa mesma Força e finalmente a componente Matéria constituinte de todos os corpos existentes no Universo! De facto será na base destes conhecimentos

Há uma forma de pensamento que nos conduz efetivamente à evidência das realidades da VIDA existentes neste mundo material que se chama planeta Terra! Estamos de facto subordinados às leis da Natura e por essa razão a Ciência tem uma ação determinante na nossa forma de viver! É conhecendo o mecanismo das leis naturais que nós vamos compreender; respeitar e agir em completa harmonia com os condicionalismos físicos da matéria, da vida evolutiva do espírito e tomada de consciência com as realidades do Universo!

Há uma Ciência consubstanciada na educação científica da vontade que nasceu em 1910, na Europa em que os respetivos fundadores se foram inspirar nos ensinamentos que a Sabedoria do Antigo Egipto lhes transmitiu quando souberam traduzir os hieróglifos descobertos por si! Essa mesma Ciência nada tem a ver com qualquer tipo de religião ou misticismo, pairando muito acima das coisas comuns do mundo e essa mesma ciência está contida na “Palavra Perdida”!

Sendo uma criação gerada pela imaginação do Homem, enquanto a Espiritualidade A Espiritualidade é um atributo próprio do espírito humano, pois a religião faz parte do próprio desenvolvimento intelectual, emocional e espiritual que caracterizam o crescimento natural do ser humano


O Erro da Ciência Sobre a “Matéria Escura” do Universo


Perante a pergunta sobre as últimas investigações científicas realizadas no campo da Física Quântica Dan Baker encolheu os ombros indagando: Estará certo? Em resposta o professor Newton lembrou:- Deveis lembrar-vos dos importantes estudos realizados pelo conhecido cientista britânico de nome Paul Dirac que nos seus últimos de vida viveu nos Estados Unidos e ali desenvolveu importantes trabalhos em 1926, sobre uma versão da Mecânica Quântica que incorporava a Mecânica Matricial de Werner Heisenberg com a Mecânica Ondulatória de Erwin Schôdinger num único formalismo matemático. Dirac em 1928 desenvolveu a chamada Equação de Dirac, que descreve o comportamento relativístico do eletrão, tendo essa mesma teoria levado Dirac a prever a existência do positrão, a antipartícula do eletrão. Paul Dirac, juntamente com Erwin Schôdinger, em 1933 recebeu o Prémio Nobel da Física. Dirac nasceu em 1902 e veio a falecer nos Estados Unidos em 1984.

Carlos Newton prosseguiu no seu esclarecimento: - Graças aos trabalhos de Dirac que os atuais investigadores, principalmente na NASA fizeram importantes descobertas relativamente às ligações existentes entre a Antimatéria e matéria escura (energia escura) Igualmente os cientistas concluíram que a chamada “matéria escura” ocupa no espaço cósmico uma área superior à matéria por nós conhecida e que forma galáxias, estrelas, planetas e todos os demais corpos siderais como nuvens de gases, asteroides, cometas, etc., etc.!
 

Contudo, é importante destacar os trabalhos desenvolvidos por Kip Thorne, notável investigador na área da Física, nascido nos Estados Unidos em 1940 e que inspirado nos trabalhos de Schwarzschild sobre “os buracos de minhoca” ou “Ponte Einstein-Rosen”, tendo Kip Thorne imaginado a possibilidade da existência de um”wormhole transitável” na “garganta” de um Buraco Negro e aberto com “matéria exótica” (matéria que possui massa/energia negativa).

 

Entretanto, em parceria com outro cientista de nome Michel Morris, investigador da Universidade de Minnesota, idealizaram a “Fenda Espacial Morris-Thorne” como sendo um “wormhole” um “túnel” pelo “continuum espaço/temporal” que pode ser transformado em uma máquina do tempo e finalmente e já muito recentemente o ainda chefe da equipa de cientistas do Centro Espacial Kennedy, Joseph Walker, tem vindo a dar prosseguimento aos trabalhos de Kip Thorne, tendo a NASA, conseguido alcançar várias etapas de importantes desenvolvimentos da velocidade superior à velocidade da luz, designada por superluminal alcançada na base das “Ondas Gravitacionais” provocadas pela presença, principalmente, por corpos siderais de grandes dimensões! Aqui Carlos Newton suspendeu a já longa e importante exposição e encaminhou-se na direção de um quadro negro embutido numa das paredes da sala onde estava a ser realizada naquele momento a reunião e pegando num lápis de giz desenhou um quase perfeito círculo exclamando: - Vejam Companheiros! Trata-se de uma pirâmide hexagonal que geometricamente é um polígono regular que corresponderá à configuração da futura nave interestelar com velocidade superluminal a “Odysseus” e na qual uma equipa de cientistas irá deslocar-se junto do sistema estelar binário – T. Pyxidis para ali poder observar o grau de evolução das atividades de ambas as estrelas e suas possíveis consequências, caso uma delas venha a implodir ou a transformar-se numa supernova!

Nesta extraordinária viagem a NASA está contando com a colaboração dos Mestres Zoistas! De facto o nosso ISEA vai ter uma missão assaz importante neste notável empreendimento da NASA. Aqui Carlos Newton fez uma pequena pausa e respirando fundo prosseguiu na sua exposição.
 
 Caros Companheiros naturalmente sabemos que a Ciência na sua atualidade está contribuindo para uma falsa teoria no que diz respeito à origem e natureza da chamada “matéria escura” que nada tem de matéria e muito menos ser escura! Efetivamente e no plano científico a Ciência apenas acertou num princípio que está relacionado com a existência daquela no Universo e que constitui cerca de 95,1% do conteúdo total da massa-energia universais! De facto a sua presença poderá ser inferida a partir dos efeitos gravitacionais sobre a matéria visível como estrelas, galáxias, planetas e aglomerados de galáxias! Quanto ao resto trata-se de falsas especulações científicas! Na verdade essa mesma forma de energia universal prende-se com o Alfa e Ómega universais ou seja com a transformação da matéria e a evolução da Força (energia). De facto poderemos admitir que os 4,9% restantes dessa mesma massa-energia compreendem já os resquícios materiais na organização do próprio Universo na fase final da sua formação! Esta afirmação de Carlos Newton não surpreendeu os presentes uma vez que todos eles eram Mestres do Silêncio, dispondo do pleno conhecimento sobre as formidáveis energias de ordem superior que estavam presentes na realidade universal. Carlos Newton prosseguiu agora com uma conclusão ainda mais surpreendente: - 

Certamente que todos nós sabemos de que a Ciência através da investigação da Física Quântica está abeirando-se sem ter a consciência de que se encontra na periferia dessa parte misteriosa do Universo que é precisamente a “energia ou matéria escura” que contém a “Causa Primordial” da razão da existência do próprio Universo que é precisamente a componente energética espiritual que na sua mais grosseira manifestação está traduzida nas famosas “ondas gravitacionais” de que fala o cientista Kip Thorne ” forças definidoras e dominadoras de tudo quanto existe!

Certamente que poderemos concluir que o relativo universo material (4,9%) ao qual pertencemos é efetivamente a ultima fronteira da transformação da matéria e da evolução da Força esta última sob as suas diferentes formas de energias vibratórias mais físicas, etéricas e menos ou mais espirituais! Realidades tais que todas ou quaisquer religiões antigas ou atuais nunca conseguiram explicar com exceção da Ciência que de forma lenta, incerta e sinuosa se vai apercebendo aos poucos e poucos podendo vir a concluir ainda que num futuro incerto de que a “morte não interrompe a Vida e a Vida existe fora da Matéria! É possível que estejamos já na fronteira de um Universo totalmente diferente e desconhecido ao qual a Ciência no presente está denominando de “Matéria Escura” que nada tem de matéria e muito menos ser “escura” tratando-se sim de um incomensurável oceano de luz e de energia onde se situam um número infinito de dimensões e nele coabitam vidas inteligentes altamente evoluídas espiritualmente! A Ciência chama a essa parte do Universo (cerca de 95,1% da sua totalidade de ” matéria escura” nada mais errado uma vez que para nós seres humanos envolvidos pela matéria grosseira a nossa capacidade sensorial não nos permite distinguir essa beleza de luz simplesmente assombrosa e indefinível e apresentando-se a mesma perante o nosso olhar ignorante e grosseiro como sendo “escuro e indefinido!”

 
Temos em nosso poder um exemplar em DVD do filme "Lucy". Trata-se de um filme extremamente interessante devido à sua componente científica e especulativa onde é posta a questão da Vida em termos de Imortalidade ou reprodução e a Natureza ao optar pela via da reprodução celular aparentemente está abdicando da Imortalidade!


Aqui é levantada uma grande questão filosófica da imortalidade ou da reprodução da Vida.

De forma especulativa poderemos admitir o seguinte: - Que a morte não interrompe a Vida e que a Vida existe fora da Matéria e daí poderemos deduzir de que nós somos imortais em termos de energia - força - espírito e que somos reprodutivos em termos de Matéria e aqui leva-nos a outra conclusão: se somos simplesmente imortais não temos acesso à evolução porque neste caso o Universo seria simplesmente estático e não havendo movimento nele não poderiam ocorrer "mudanças" e consequentemente não seria possível a existência do "Caos" e no seio deste o surgimento da Ordem geradora da Evolução!

 

Para evoluirmos teríamos que nos reproduzir biologicamente, o que iria implicar movimento e consequentemente - dinâmica ou por outras palavras  ser-nos-íamos permitido concluir que no Universo operam-se os seguintes movimentos universais:


Evolução da Força e transformação da Matéria

 

Eis, pois, uma convergência para um novo conceito da Vida absolutamente independente das religiões e fundamentado simplesmente no pensamento filosoficamente científico e interventivo e se já somos imortais e se queremos evoluir a partir de uma simples célula temos que nos reproduzir e daí como causa primordial a expansão do Universo.


A nossa evolução é processada através de várias reencarnações ou vidas sucessivas na base da vivência em novos e diferentes corpos de matéria organizada sendo mantida a nossa essência própria como vida inteligente (imortalidade) e através da tentativa e do erro vamos adquirindo experiências e conhecimentos e evoluindo num sentido lato, cósmico acompanhando sempre o próprio movimento expansivo do Universo!


Jacinto Alves, escritor e ensaísta, autor dos livros:- "Operação: Quinto Império (Editora Ecopy/Porto) e " Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império" (Chiado Editora). Em preparação - o romance iniciático - "Num Dia do Amanhã".

 

 

 

domingo, 10 de janeiro de 2016




IMORTALIDADE OU REPRODUÇÃO?

Temos em nosso poder um exemplar em DVD do filme "Lucy". Trata-se de um filme extremamente interessante devido à sua componente científica e especulativa onde é posta a questão da Vida em termos de Imortalidade ou reprodução e a Natureza ao optar pela via da reprodução celular aparentemente está abdicando da Imortalidade!


Aqui é levantada uma grande questão filosófica da
imortalidade ou da reprodução da Vida.

De forma especulativa poderemos admitir o seguinte: - Que a morte não interrompe a Vida e que a Vida existe fora da Matéria e daí poderemos deduzir de que nós somos imortais em termos de energia - força - espírito e que somos reprodutivos em termos de Matéria e aqui leva-nos a outra conclusão: se somos simplesmente imortais não temos acesso à evolução porque neste caso o Universo seria simplesmente estático e não havendo movimento nele não poderiam ocorrer "mudanças" e consequentemente não seria possível a existência do "Caos" e no seio deste o surgimento da Ordem geradora da Evolução!

Para evoluirmos teríamos que nos reproduzir biologicamente, o que iria implicar movimento e consequentemente - dinâmica ou por outras palavras ser-nos-íamos permitido concluir que no Universo operam-se os seguintes movimentos universais:


Evolução da Força e transformação da Matéria!

Eis, pois, uma convergência para um novo conceito da Vida absolutamente independente das religiões e fundamentado simplesmente no pensamento filosoficamente científico e interventivo e se já somos imortais e se queremos evoluir a partir de uma simples célula temos que nos reproduzir e daí como causa primordial a expansão do Universo.

A nossa evolução é processada através de
várias reencarnações ou vidas sucessivas na base da vivência em novos e diferentes corpos de matéria organizada sendo mantida a nossa essência própria como vida inteligente (imortalidade) e através da tentativa e do erro vamos adquirindo experiências e conhecimentos e evoluindo num sentido lato, cósmico acompanhando sempre o próprio movimento expansivo do Universo!

Jacinto Alves, escritor e ensaísta, autor dos livros:- "Operação: Quinto Império (Editora Ecopy/Porto) e " Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império" (Chiado Editora). Em preparação - o romance iniciático - "Num Dia do Amanhã".